• Menu
  • Menu
  • Busca
  • Mapa do Site
  • Acessibilidade
  • Logo
  • Menu

    Logo
    • SAPL
    • Portal da Transparência
    • Portal do Servidor
    • Portal Cidadão
    1. Início/
    2. Noticia/
    3. Camara-aprova-projeto-que-obriga-empresas-a-contratar-mao-de-obra-local

    Notícias

    • Logo

    Avenida Sônia Cortês, Quadra: 33, Lote Especial, Beira Rio II - Parauapebas/PA - CEP: 68515-000

    (94) 98407-6124

    atendimento@parauapebas.pa.leg.br

    Das 8h às 14h, de segunda a sexta-feira

    Mapa do Site

    • SAPL
    • Portal da Transparência
    • Portal do Servidor
    • Portal Cidadão
    • Acessibilidade
    • Privacidade

    © 2026 - Câmara Municipal de Parauapebas

    • Acessibilidade
    • Privacidade
    Acessibilidade
    Aumentar fonte
    Diminuir fonte
    Alto contraste
    Padrão

    Câmara aprova projeto que obriga empresas a contratar mão de obra local

    Nayara04/07/2016

    As empresas prestadoras de serviço em Parauapebas, que tenham mais de 15 funcionários, serão obrigadas a contratar e manter empregados prioritariamente trabalhadores domiciliados no município que tenham no mínimo um ano de domicílio eleitoral e/ou com filho nascido em Parauapebas, respeitando a proporção de 70% do quadro real de funcionários. É isso que prevê o Projeto de Lei nº 010/2016, de Joel

    Joelma171115.jpg
    Joelma171115.jpg
    Dentro da reserva de 70%, serão destinados 15% para mulheres. A obrigatoriedade de contratar mão de obra local não será aplicada na contratação de trabalhadores que exija especialização ou habilidade específica, proveniente de qualificação em curso técnico, graduação em curso superior ou pós-graduação. Também não será exigida na admissão de funcionário para ocupar cargo de chefia e direção de equipes.A abertura das vagas deverá ser cadastrada junto ao Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Parauapebas. E os trabalhadores interessados em se candidatar às vagas precisarão estar com cadastro atualizado junto ao órgão, sem o qual não poderão ser admitidos.ApreciaçãoA autora da proposição informou que esta medida já é praticada em outras cidades, com sucesso, pois fomenta a economia local e valoriza os trabalhadores do município.“É um projeto que vem apresentando bons resultados, porque não exclui a possibilidade de contratar pessoas que não são do município, mas protege a mão de obra local. Isso evitará que a renda gerada aqui vá toda para fora, que pelo menos uma parte dela fique. Vai beneficiar população e Parauapebas também”, destacou Joelma Leite.
    Joelma171115.jpg
    Joelma171115.jpg
    Miquinha140616.JPG
    Miquinha140616.JPG
    Israel Miquinha (PT)Para Israel Miquinha (PT), o projeto fará justiça social, pois muitas empresas privilegiam trabalhadores de fora, mesmo quando há mão de obra qualificada em Parauapebas. “Esse projeto vem no sentido de ajudar a população desempregada da nossa cidade, que está cada vez maior. O poder público tem suas obrigações, mas as empresas também têm. Precisamos conversar e buscar alternativas para melhorar a situação dos nossos trabalhadores”.
    Pavo140616.JPG
    Pavo140616.JPG
    José Pavão (PSDB)José Pavão (PSDB) avaliou o projeto como um mecanismo para enfrentar as mudanças que a economia do município vem sofrendo. “Até uns quatro anos atrás, Parauapebas era diferente. A Vale tinha os maiores investimentos aqui, mas hoje não há mais. É apenas manutenção da mina de Carajás. Não há empreendimentos novos. Consequentemente, a cidade vive uma nova realidade e não é por causa da nossa gestão, pois já tinha data para isso acontecer. Esse projeto vem a calhar para dar prioridade às pessoas do nosso município”.PuniçõesO projeto estabelece também as punições para as empresas que descumprirem o que determina a legislação, ou seja, não contratarem trabalhadores que moram em Parauapebas.Nestes casos, a empresa será notificada e se não apresentar defesa ficará sujeita a advertências, suspensão de atividades, cancelamento e até a cassação do alvará de funcionamento.EmendaA redação original do Projeto de Lei nº 010/2016 determinava o percentual de contratação da mão de obra local em 50% do total de empregados da empresa. Entretanto, recebeu uma emenda modificativa, ampliando para 70%, com a justificativa de acompanhar normas semelhantes existentes em outros municípios.AprovaçãoO projeto de lei foi aprovado em primeira discussão na sessão ordinária de terça-feira (28) e em segunda votação nesta segunda-feira (4), durante sessão extraordinária. A proposição será encaminhada para análise do prefeito Valmir Mariano e, caso seja sancionada, entrará em vigor na data de sua publicação.Texto: Nayara Cristina / Revisão: Waldyr Silva / Fotos: Coletivo 2.8 / Ascomleg