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    Desemprego e alternativas sustentáveis pautaram discursos na sessão de reabertura dos trabalhos legislativos

    Josiane03/08/2017

    Perdas de recursos financeiros, possibilidades de aumento na arrecadação tributária e criação de postos de trabalho receberam atenção por parte do parlamento municipal na manhã da última terça-feira (01), durante a sessão solene de reabertura dos trabalhos legislativos, quando os vereadores demonstraram preocupação com o futuro do município após a era mineral e a rápida implementação de alternati

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    Os discursos parlamentares denotaram o interesse em dialogar com o Poder Executivo, para que as demandas suscitadas pelos membros da instituição legislativa sejam plenamente executadas.
    No uso da tribuna, vários problemas que acometem a população parauapebense foram relatados. Tiveram espaço na fala dos vereadores a produção rural, o incentivo ao turismo e a infraestrutura. Mas o tópico que mais preocupa os parlamentares é o alto índice de desemprego.
    A sessão solene recebeu o secretariado municipal, mas o chefe do Executivo e o vice-prefeito não estiveram presentes na cerimônia. Alguns parlamentares ressaltaram a necessidade de o gestor se aproximar da instituição.
    Para o vereador José Francisco Amaral Pavão (PSDB), o prefeito deve comparecer à Casa de Leis e mostrar o planejamento de governo. “As promessas já passaram, agora é hora de realizações. O prefeito tem que vir ao Legislativo e cumprir o artigo 40 da Lei Orgânica, ou seja, prestar contas. A ausência do prefeito e do vice-prefeito é um descrédito e desrespeito com esta Casa. Já que ele não vem à sessão solene, que venha, então, cumprir o artigo 40”, desabafou José Pavão.
    O referido artigo prevê que anualmente, dentro de sessenta dias do início da sessão legislativa, a Câmara Municipal receberá, em reunião especial, o prefeito, que informará, por meio de relatório, o estado em que se encontram os assuntos municipais.
    Na visão da vereadora Joelma de Moura Leite (PSD), o primeiro semestre foi de planejamento. Agora, no segundo, é o momento de executar. “Não cabe mais o amadorismo. Estamos falando de uma cidade, cujo orçamento ultrapassa um bilhão de reais. É preciso de atitude para resolver os problemas que afligem a sociedade. Chega de adiar: é sentar e resolver, pois os resultados precisam aparecer. Os dois poderes necessitam de estratégia para a economia, para os servidores e para melhorar a arrecadação. Eu queria que o prefeito ou o vice-prefeito estivesse aqui para ouvir, porque só ele como chefe do Executivo pode dizer o rumo que Parauapebas vai seguir”, questiona a vereadora.
    A participação de parte da população, da imprensa e de representantes da comunidade civil organizada marcou a solenidade. Durante a sessão, os parlamentares ressaltaram o comprometimento com o povo de Parauapebas.
    A fala do vereador João Assi, popularmente conhecido como João do Feijão (PV), contempla os anseios dos demais parlamentares. “O que for bom para a população eu serei a favor e atuarei conjuntamente, para, assim, proporcionar ao nosso povo uma cidade descente”, concluiu João do Feijão.
    Pronunciamentos
    O primeiro a utilizar a tribuna de honra foi Luiz Alberto Moreira Castilho (Pros), assegurando que aquilo que se propôs a fazer, que era dar representatividade à sociedade, ele conseguiu. “Neste tempo todos nós estivemos de portas abertas. Atendemos de janeiro até agora 2.863 pessoas no gabinete. Mas o que me impressiona é a quantidade de pessoas que vieram à procura de emprego”, destacou.
    A fala do vereador Antônio Horácio Martins Filho (PSD) foi acalorada e teve como enfoque a falta de postos de trabalho. “A fila de desempregado aumenta a cada dia. É momento de a Câmara se unir e buscar junto ao Executivo e ao Ministério Público alternativas urgentes para nossa população que sofre. Não era para ser dessa forma, pois temos a maior mina de ferro a céu aberto do mundo. Como foi a exploração do ouro, da borracha e o ciclo da madeira, o minério também vai acabar. Precisamos agir”, apontou Horácio Martins.
    Ivanaldo Braz Silva Simplício (PSDB) definiu o governo como “um pouco apático”, afirmando que “a administração ainda não mostrou a que veio. E isso é com o secretariado. A população está esperando oportunidade. A falta de emprego está gritante. Havia promessas de melhora, mas a oportunidade não chegou”, assegurou Ivanaldo Braz.
    O vereador ainda alegou que fez um balanço da arrecadação e o governo começou perdendo em relação ao ano passado, mas os resultados financeiros já melhoraram. “É por esse motivo que espero que cheguem as mudanças que a população espera. A melhora na arrecadação é boa para o município. Ademais, quem está de fora vê as mexidas no tabuleiro bem mais fácil. É hora de o prefeito mexer e mostrar a que veio [referindo-se a troca no secretariado]. Temos sido parceiros do governo. Nenhum projeto foi reprovado por esta Casa. Mas temos muito que falar do governo, porque não vemos obras e grande atuação. Vamos cobrar a evolução do município”, finalizou.
    Já a vereadora Eliene Soares de Sousa (PMDB) se posicionou favorável à ação da administração municipal neste primeiro semestre. A parlamentar iniciou sua fala parabenizando o chefe do Executivo e o secretariado. “Poucos prefeitos têm a coragem de fazer plenárias nos bairros para ouvir os anseios da população, ainda mais após uma eleição. Participei de várias assembleias e ouvimos, de fato, a população”, explicou Eliene Soares.
    A parlamentar contou ainda que o município perdeu em arrecadação, mas não é por isso que deixarão de lado o que deve ser feito. “Continuo acreditando no governo do Darci. Estamos vivendo uma crise imensa, mas através de ações eficazes nós iremos sair dessa crise”.
    Joel Pedro Alves, o Joel do Sindicato (DEM), foi sucinto em seu pronunciamento, afirmando que a Casa de Leis deve alinhar as conversas com o Executivo para que os projetos e as Indicações que estão sendo feitas na instituição sejam executados. “Até agora não vimos ações. Precisamos distribuir a renda deste município, porque são 60 mil desempregados, e nós precisamos colocar este município para andar”, alegou o vereador.
    Por sua vez, Joelma de Moura Leite (PSD) contou que o governo foi muito eficiente nos eventos, mas agora quer a mesma eficiência nas obras. “Na posse, o prefeito disse que começaria fazendo o arroz com feijão. Eu fiquei feliz porque achei que ele ia começar deixando as ruas limpas e iluminadas, por exemplo. Mas eu estou esperando essa iguaria brasileira ficar pronta, para que nós possamos nos deliciar”, comentou.
    Em tom mais otimista, a vereadora Kelen Adriana Coelho Mesquita (PTB) afirmou que seu objetivo é fazer com que Parauapebas seja uma cidade reconhecida no Brasil e no mundo. A parlamentar disse que ainda é pouco o que se tem feito, mas os poderes unidos podem fazer muito e elevar positivamente o município.
    Segundo o vereador Zacarias de Assunção Vieira Marques (PSDB), o objetivo nesse momento é somar esforços. “Tivemos um primeiro semestre de muita cortesia com o Executivo. Os primeiros seis meses foram de festa, mas agora é momento de fazer o que o povo espera. Fundo de desenvolvimento através do Cefem [Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais] é uma alternativa, porque não podemos ficar à mercê do fim do minério. Precisamos buscar alternativas e tirar da linha de espera tantos profissionais produtivos.”, disse o parlamentar.
    O vereador e líder de governo José das Dores Couto, o Coutinho (PMDB), explicou os motivos das ausências do prefeito municipal; que, apesar de não ter comparecido à sessão solene, enviou para a Câmara um pronunciamento escrito.
    Em seguida, Coutinho assegurou que continua acreditando no sucesso e no êxito desse governo. “Tenho certeza que o prefeito não vai fugir da luta e não decepcionará o povo desta cidade. O governo estará cortando na carne em prol da sociedade. E é assim que se governa, para fora. Só defendo o que eu acredito e eu reafirmo: continuo acreditando que esse governo fará história nesse município”, ressaltou o vereador.
    A segunda secretária da Câmara, vereadora Francisca Ciza Pinheiro Martins (DEM), contou que durante o período de recesso, conferido regimentalmente aos parlamentares, ela trabalhou em cima de planejamento. Por isso, a vereadora pediu que o secretariado olhasse com muito carinho os pedidos e indicações apresentados na Câmara e encaminhados às pastas, porque o povo precisa de ações nas áreas suscitas.
    José Marcelo Alves Filgueira, conhecido como Marcelo Parcerinho (PSC), iniciou seu pronunciamento pedindo um minuto de silêncio em respeito à morte do chefe do Executivo de Tucuruí, Jones William (PMDB). De acordo com o parlamentar, são nas autoridades que o povo deposita suas esperanças, como é o caso do prefeito, que, quando acometido por uma tragédia como essa, deixa a população desacreditada no que diz respeito à segurança.
    Em seguida, Parcerinho teceu críticas à administração municipal, assinalando que se o secretário não dá conta ele deve pedir pra sair. “Já foram feitas duzentas indicações nesta Casa e até agora não foram atendidas e nada foi feito”, salientou.
    Segundo ainda Parcerinho, o governo colocou todas as promessas de campanha no site. “Se ele cumprir pelo menos 10 por cento de tudo o que está escrito, Parauapebas vira uma Suíça. Quero acreditar que vai dar certo. Entretanto, o valor que foi gasto com festas este ano teria dado para colocar o Gerar [projeto que prevê a disponibilização de 2.500 bolsas de capacitação e auxílio financeiro a esses estudantes] para funcionar, porque hoje tem pessoas passando fome e gritando por mil reais”, concluiu.
    O vice-presidente da Câmara, vereador José Francisco Amaral Pavão (PSDB), esclareceu que já fez algumas indicações direcionadas ao Executivo, mas afirmou que não irá mais apresentar tais proposições. “Não executaram nenhuma e sequer mandaram resposta”, ratificou.
    Último parlamentar a se pronunciar, o presidente da Câmara Municipal de Parauapebas, vereador Elias Ferreira de Almeida Filho (PSB), finalizou os discursos, ressaltando que há 29 anos o município recebe Cefem para ser aplicada na preparação do município para a era pós-minério. “Se esse recurso fosse bem empregado nossas ruas estariam asfaltadas, até a zona rural. Essa é a realidade. Estou de acordo as falas dos demais parlamentares, pois tenho ciência que estamos realizando nosso trabalho. Vamos continuar buscando matrizes econômicas para Parauapebas, trabalhando legalmente e fiscalizando, como devemos”, encerrou o vereador Elias Ferreira.
    Texto: Josiane Quintino / Revisão: Waldir Silva / Fotos: Anderson Souza (AscomLeg)
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